DESCUPINIZAÇÃO

Os cupins, também chamados de térmites (do latim, termes = verme), formigas brancas, siriris ou aleluias, são insetos pertencentes à ordem Isoptera (do grego, isos = igual, ptera = asas), onde os alados apresentam dois pares de asas quase iguais. O nome cupim é de origem Tupi e, portanto, genuinamente brasileiro.

Os cupins existem na Terra há muito mais tempo que o próprio homem. Restos fossilizados destes insetos já foram encontrados em formações geológicas datadas de 55 milhões de anos.

Existem mais de 2.900 espécies de cupins descritas no mundo. Registram-se no Brasil, cerca de 290 espécies em 67 gêneros. Este número de espécies é seguramente subestimado, pois há muitas espécies novas para descrever e outras, já descritas, provavelmente serão assinaladas no nosso meio.

Os problemas com cupins vêm crescendo e causando prejuízos econômicos, sentimentais e patrimoniais cada vez maiores em diversas áreas urbanas no Brasil e do mundo.

Provavelmente o impacto ambiental provocado pelo processo de urbanização desenfreado e a alta plasticidade biológica dos cupins têm contribuído para esse aumento. Os cupins ao se alimentarem, atacam e destroem diferentes tipos de materiais e estruturas presentes nas áreas urbanas, como por exemplo: vigas, caibros, ripas, forros, pisos, rodapés, portais, móveis, instrumentos musicais, livros, obras de arte, postes, mourões, cercas, dormentes, etc. 

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